Quem você seria sem essa crença tão limitante?

A Gota que fecha a jornada sobre crenças: um convite pra imaginar o que vem depois.

Oii, ser de luz!

Chegamos na última Gota desta jornada sobre crenças. Ao longo do mês, a gente viu três coisas: que uma crença se disfarça de fato, que ela foi instalada cedo (quase sempre sem você ter escolhido) e que o seu corpo reage a ela antes mesmo da sua mente perceber.

Hoje, em vez de olhar pra trás, eu quero virar o seu olhar pra frente com uma única pergunta:

Quem você seria sem essa crença?

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👉 Se quiser revisitar tudo o que vimos sobre crenças, o artigo completo está aqui: Reler o artigoPare de ler um segundo e imagine de verdade. Escolha uma daquelas crenças que apareceram pra você ao longo desta jornada: "eu não sou suficiente", "eu preciso dar conta de tudo sozinha(o)", "querer mais é perigoso". Agora imagine um dia inteiro da sua vida sem ela.

Como você acordaria? Para o que você diria não que hoje você engole? O que você pediria sem se sentir um peso? Quem você procuraria, o que você criaria, do que você finalmente largaria a mão?

Repare numa coisa: nada disso depende de você virar outra pessoa. Essa pessoa já é você. Ela só está embaixo de uma camada de crença que aprendeu a se passar por verdade. A crença descreve um pedaço da sua história. Ela não define o seu futuro.

E aqui vai o ponto mais importante de tudo: uma crença não foi construída num dia, e também não vai embora num estalo. Soltar é processo. Tem dia de clareza e tem dia de recaída, e os dois fazem parte. Seja gentil com você no caminho: você passou anos acreditando, pode levar um tempinho pra desacreditar.

🌱 Microprática (3 minutos)

Pegue papel e caneta e complete, sem pensar demais:

"Se eu não acreditasse que [a sua crença], hoje eu..."

Escreva tudo o que vier, sem filtro. O que você acabou de descrever não é fantasia: é a direção. Guarde esse papel em algum lugar que você veja.

💬 Quando quiser ir além

Enxergar a crença é o começo. Mas existe um abismo entre saber que ela está ali e finalmente soltar ela. Esse atravessamento costuma ser mais leve (e mais rápido) quando você não faz sozinha(o).

Só pra quem é daqui: quem lê o Gotas de Leveza tem uma condição especial na Sessão de Diagnóstico, em troca de um depoimento depois. É o meu jeito de agradecer quem caminha comigo por aqui. Me chama no WhatsApp que eu te explico.

Toda essa jornada foi sobre enxergar o que decide por você no escuro. A pergunta de hoje (quem você seria sem essa crença?) não é pra ser respondida agora: é pra te acompanhar. Porque no dia em que a resposta começar a parecer possível, você já vai ter começado a virar essa página.

Com carinho,

Érika Busani 🌿